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Virar o ano, virar a chave

“Não precisamos ser heróis para realizar certas tarefas, apenas pessoas comuns com determinação de seguir em frente” Winston Churchill

Fim de ano. Tempo de balanço, de recomeço, de virar a chave. Por aqui, eu já fiz a minha lista de desejos para o próximo ano. Mas aprendi e ensino que só desejar não basta. Não adianta escrever sonhos num papel e colocá-los sob o travesseiro esperando que se realizem como mágica. Desejo sem ação vira frustração.

Eu tinha um professor que dizia: “Tome CHÁ”. Era um acrônimo precioso:        C – de Conhecimento: estude, se prepare, busque entender o mundo e a si mesmo. H – de Habilidade: desenvolva, pratique, treine, erre e refaça. A – de Atitude: mexa-se, tome decisões, não espere o dia perfeito ou a motivação cair do céu.

Porque, sejamos honestos: a vida não se move com perfeição. Ela se move com movimento. Tem um ditado que sempre volta à minha mente nesses momentos: “Melhor feito do que perfeito.”

Quantas coisas você adiou esse ano porque “não estava pronto”? Quantos projetos ficaram na gaveta esperando o cenário ideal, a coragem ideal, o tempo ideal? Acontece que o “ideal” não existe. E o medo não vai embora. Ele caminha ao lado da coragem. Por isso, faça com medo, mas faça. Caminhe mesmo sem ter certeza do próximo passo. Comece pequeno, mas comece.

Estamos sempre tentados a fazer listas grandiosas de ambições para o novo ano. Mas talvez o segredo esteja em reduzir o tamanho dos sonhos e aumentar a qualidade das ações. Quer mudar de vida? Comece com 15 minutos de leitura por dia. Quer cuidar da saúde? Troque o refrigerante da próxima refeição por água. Quer se reconectar espiritualmente? Silencie cinco minutos e ouça a si mesmo.

Faça o seu melhor nas pequenas coisas. E quando errar, porque errar faz parte, não se envergonhe. Ajuste. Recomece. Caminhe. Não olhe tanto para trás. Não se perca nos arrependimentos, nos “e se”. Olhe adiante. Com humildade, mas com firmeza. Com otimismo, mas com os pés no chão. Com esperança, sim, porque esperança é verbo, quando se transforma em ação.

E que o novo ano não seja apenas um número no calendário. Mas uma real virada de chave na sua consciência. Na sua presença. Na sua forma de fazer a vida acontecer. Levante-se. Respire. Escolha com amor. Caminhe. Depois do Natal, faça-se feliz no Ano Novo!

originalmente do JLPolitica.com.br

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